Hochschulübergrefeindes Zentrum Tanz Berlin (HZT), 2020


What does it take to belong?
A série de palestras SODA reúne, a cada semestre, artistas e teóricos de diversas disciplinas e campos de prática. Os corpos — e as questões estéticas, sociopolíticas e éticas que eles suscitam — estão no centro do discurso público e da programação de workshops dedicados à ideia de “pertencimento” no semestre de inverno de 2019/20: uma ideia complexa e aberta que abrange aspectos materiais, geopolíticos e afetivos; remete a rotinas, gestos e hábitos familiares, normas, valores e direitos compartilhados; e formula questões sobre experiências de segurança e confiança, bem como o direito à participação social e política.
O que é necessário para pertencer? Partindo de contribuições artísticas e teóricas, além das práticas dos convidados, a série de palestras investiga como o “pertencimento” é construído, negociado, ensaiado e desafiado por meio de estratégias performativas, corporais, baseadas no movimento e nos sentidos. Como a prática artística e a experiência estética podem criar vivências e reflexões sempre específicas sobre o pertencimento, que ultrapassem políticas de identidade essencialistas e normativas?
*English below
The SODA lecture series gathers each semester artists and theorists from various disciplines and fields of practice. Bodies, and the aesthetic, socio-political and ethical questions that they open up, are at the core of the public discourse and workshop program that is dedicated to the idea of ‘belonging’ in the 2019/20 winter term: a complex and open idea that addresses material, geopolitical and affective aspects; reminds of familiar routines, gestures and habits, shared norms, values and rights; and formulates questions concerning experiences of safety and trust and the right to societal and political participation. What does it take to belong? Starting from artistic and theoretical inputs and practices of the invited guests, the lecture series explores how ‘belonging’ is constructed, negotiated, rehearsed and challenged by performative, body- and movement-based and sensorial strategies. How can artistic practice and aesthetic create always-specific experiences and reflections of belonging that go beyond essentialist and normative identity politics?

DEZ

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